Archive for Janeiro, 2012

Delegação da CDU de Paredes visitou o lugar da Vale em Baltar/Paredes e reuniu-se com os moradores.

Janeiro 25th, 2012

Na manhã de Domingo, dia 22 de janeiro, uma delegação da CDU de Paredes visitou o “Lugar da Vale” em Baltar, Paredes e reuniu-se com os moradores. A representação da CDU queincluía entre outros o deputado municipal Cristiano Ribeiro e Paulo Macieira, dirigente do PCP, visitou o fontanário e o lavadouro público do referido lugar bem como os terrenos por onde passa a canalização de água da Serra do Muro.

A CDU encontrou-se com várias famílias do Lugar da Vale que expressaram a sua insatisfação, e mesmo revolta com a situação ultimamente vivida. Segundo os moradores há cortes de água no fontanário e existe a intenção de lhes fecharem a mina. Lembraram também que este fontanário tem 60 anos, é único recurso para as suas necessidades básicas diárias como lavar  roupa e tomar banho.

A delegação da CDU ouviu dos moradores possíveis causas para esta situação que colocam em causa a actividade dos autarcas da freguesia bem como interesses inconfessados na gestão da água pública. Um dos motivos de grande descontentamento junto daquela população é o valor exorbitante da ligação à rede pública actualmente gerida pela VEOLIA.

Foi decidido pela delegação da CDU, e com a concordância dos presentes, continuar com os esforços de clarificação da situação bem como pedir explicações à Junta de Freguesia de Baltar, entidade com responsabilidade no território.

A CDU compromete-se a lutar pela resolução deste problema da população do local de Vale.

 

PCP realizou audição sobre a “Reorganização Curricular”

Janeiro 9th, 2012

Os deputados Honório Novo e Rita Rato estiveram esta noite no Porto, numa audição Parlamentar sobre a proposta do governo de “Reorganização Curricular”, na qual participaram vários alunos, professores, encarregados de educação e sindicatos. Os contributos registados serão integrados na intervenção do PCP em defesa de uma escola pública, gratuita e de qualidade para todos.

A política educativa dos últimos governos, tanto pela mão de PS, como agora pelas mãos de PSD e CDS, tem vindo a ser assente na visão estritamente economicista, buscando, por essa via, encontrar o pretexto político para o desmantelamento da Escola Pública como a conhecemos e como a construímos a partir da Revolução de Abril.

A anunciada “reorganização curricular” – subordinada aos objectivos do pacto de agressão que o PS, o PSD e o CDS assinaram com o FMI, a UE e o BCE – é mais um passo nesse caminho de destruição, com medidas desgarradas, desestruturadas, economicistas, cegas e injustas que vão degradando a Escola no seu todo. Abandona-se progressiva mas aceleradamente a orientação para a formação da cultura integral do indivíduo e acentua-se o papel da escola como ante-câmara da exploração e da submissão.

O PCP considera que é necessário e possível derrotar tal retrocesso, rejeitar o pacto de agressão e abrir o caminho a uma política patriótica e de esquerda, a um Portugal com futuro e que a luta dos trabalhadores é decisiva para o conseguir.

O PCP considera que uma real e desejada revisão ou reforma curricular tem de ser realizada de acordo com uma visão ampla e nacional do sistema de ensino, subordinada apenas aos objectivos da melhoria da qualidade e aos objectivos constitucionais.

Denunciar o aumento das taxas moderadoras.

Janeiro 8th, 2012

Depois de a Direcção da Organização Regional do Porto do PCP ter promovido acções de contacto com os utentes dos vários hospitais do distrito do Porto a direcção sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega deu continuidade ao trabalho de esclarecimento e colocação de faixas de apelo a luta dos utentes junto de outros serviços de saúde.

Ao mesmo tempo que aumentam as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde, por via dos maiores custos com as taxas moderadoras e medicamentos, cortam o apoio ao transporte de doentes e encerram mais serviços (centros de saúde, extensões de centros de saúde, SAP, serviços de urgência e outras valências hospitalares.

Para além do que pagam com os seus impostos, os portugueses suportam mais de 30% da despesa total em saúde – mais de 1300 euros em média por ano. Somos os que mais pagam na Europa!

Os resultados desta política são dramáticos para quem vive do seu salário ou pensão.

À frente do Ministério da Saúde está um homem ligado à banca e aos seguros de saúde, a preparar caminho para a liquidação do Serviço Nacional de Saúde e o crescimento desta área de negócio para o grande capital.

O aumento das taxas moderadoras é mais uma medida que o PS, o PSD e o CDS  assinaram com a troika estrangeira. Um pacto que visa o agravamento da exploração e o empobrecimento do país para servir os interesses do grande capital.

É preciso rejeitar este rumo de desastre nacional, intensificar a luta, defender direitos, afirmar um Portugal com futuro.
A solução não é aumentar os custos para as famílias e injectar 5 mil milhões de euros no BPN, ou 12 mil milhões de euros na recapitalização da banca.
A solução é aumentar o investimento na saúde dos portugueses, melhorando as condições de vida da população.

 

Centro de Saúde de Lordelo

A Organização da Freguesia de Lordelo do PCP colocou, hoje, uma faixa junto ao Centro de Saúde, como forma de protesto contra o aumento exorbitante das taxas moderadoras nos serviços de saúde públicos, expressão do pacto de agressão estabelecido pelas troikas nacional (PSD, PS e CDS) e internacional (FMI/BCE/UE). O PCP/Lordelo apelida as taxas de “devoradoras” e apela à luta
pelo fim destas medidas, altamente lesivas dos direitos fundamentais do cidadão.

 Faixa da concelhia de Paredes do PCP Junto ao Centro de Saúde de Paredes

Faixa da Concelhia de Penafiel do PCP no Centro de Saúde de Penafiel

PCP faz perguntas ao Governo sobre encerramento do Posto dos Correios de Baltar

Janeiro 8th, 2012

Na ultima Assembleia de Freguesia de Baltar tornou-se publico que existe intenção de encerrar o Posto dos Correios de Baltar, o PCP,  perante  a inaceitável intenção de destruir este importante serviço que não só serve a população de Baltar como de freguesias vizinhas fez chegar através do grupo parlamentar à Assembleia da Republica as seguintes perguntas:

Assunto: Funcionamento do Posto dos CTT em Baltar (Paredes)

Destinatário: Ministério da Economia e do Emprego

Ex.mo
Sr. Presidente da Assembleia da República

Chegou ao conhecimento do Grupo Parlamentar do Partido Comunista Português que a Junta de Freguesia de Baltar, freguesia do Concelho de Paredes, informou os eleitos da respetiva Assembleia de Freguesia que serão feitas alterações no funcionamento do posto dos CTT de Baltar, “estando ainda em aberto qual o modelo de funcionamento” a adotar no futuro.

Perante esta preocupante hipótese, importa que sejam prestadas informações adicionais, claras e transparentes, designadamente, sobre quais os motivos invocados para justificar esta medida e que tipo de alterações estarão, afinal, a ser pensadas! Apenas dessa forma será possível tranquilizar a população e dar um sinal de transparência por parte dos CTT, da sua Administração e, consequentemente, do Governo.

Por isso, e ao abrigo das disposições regimentais e constitucionais aplicáveis, solicita-se ao Governo que, por intermédio do Ministério da Economia e do Emprego, responda com a máxima urgência às seguintes questões:

1 Confirma-se a alteração do modelo de funcionamento do posto dos CTT de Baltar? A ser verdadeira e rigorosa a informação transmitida à Assembleia de Freguesia de Baltar, confirma-se ou não a anuência dos órgãos locais do poder Local a uma tal decisão, seja no plano municipal seja no plano da própria freguesia?

2 Em caso afirmativo, que tipo de alterações estão então a ser equacionadas? Trata-se de uma desqualificação funcional? E, neste caso, o que pode de facto significar isto quanto ao futuro deste posto dos CTT?

3. Que justificações dão os CTT para todas estas alterações? Trata-se apenas de economizar alguns euros, enquanto as populações vão ser prejudicadas com a diminuição – ou mesmo o fecho – do atual serviço dos CTT em Baltar?

3. Está ou não nas intenções da Administração dos CTT a hipótese de encerrar o atual posto de correios de Baltar?

Palácio de São Bento, 4 de Janeiro de 2012.

 O Deputado:

(Honório Novo)

Porto: Protesto contra o custo de vida!

Janeiro 6th, 2012

O secretário-geral do PCP participou na Sexta – Feira, 06 de Janeiro no  Porto, num desfile protesto contra o aumento do custo de vida, tendo denunciado  o facto de neste inicio do ano aumentarem praticamente todos os bens e serviços  essenciais – seja pela subida de impostos imposta pelo governo, seja pela subida  dos preços determinada pelos grupos económicos – é um roubo ao povo português.  Numa situação já de si marcada pela existência do maior número de desempregados  desde o fascismo, por baixos salários e pensões, por situações de extrema  carência, com estes aumentos de preços serão negados direitos essenciais a  milhões de portugueses no acesso aos serviços de saúde, à educação, à cultura, à  habitação, aos transportes, à agua, à electricidade e à alimentação. Às brutais  consequências sociais associam-se também graves consequências económicas, num  inaceitável rumo de afundamento do País.

 A luta contra esta política, pela rejeição  Pacto de Agressão e por um Portugal com futuro é o caminho para o qual o PCP  está empenha e para o qual apela à participação de todos os democratas e  patriotas.

Ver em: DORP

A DORP do PCP promoveu acções de contacto com os utentes dos vários hospitais do distrito do Porto, denunciando o aumento das taxas moderadoras.

Janeiro 1st, 2012

A DORP do PCP promoveu  acções de contacto com os utentes dos vários hospitais do distrito do Porto, denunciando o aumento das taxas moderadoras.

Ao mesmo tempo que aumentam as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde, por via dos maiores custos com as taxas moderadoras e medicamentos, cortam o apoio ao transporte de doentes e encerram mais serviços (centros de saúde, extensões de centros de saúde, SAP, serviços de urgência e outras valências hospitalares.

Para além do que pagam com os seus impostos, os portugueses suportam mais de 30% da despesa total em saúde – mais de 1300 euros em média por ano. Somos os que mais pagam na Europa!

Os resultados desta política são dramáticos para quem vive do seu salário ou pensão.

À frente do Ministério da Saúde está um homem ligado à banca e aos seguros de saúde, a preparar caminho para a liquidação do Serviço Nacional de Saúde e o crescimento desta área de negócio para o grande capital.

REJEITAR O PACTO DE AGRESSÃO
LUTAR POR UM PORTUGAL COM FUTURO

O aumento das taxas moderadoras é mais uma medida que o PS, o PSD e o CDS assinaram com a troika estrangeira. Um pacto que visa o agravamento da exploração e o empobrecimento do país para servir os interesses do grande capital.
É preciso rejeitar este rumo de desastre nacional, intensificar a luta, defender direitos, afirmar um Portugal com futuro.
A solução não é aumentar os custos para as famílias e injectar 5 mil milhões de euros no BPN, ou 12 mil milhões de euros na recapitalização da banca.
A solução é aumentar o investimento na saúde dos portugueses, melhorando as condições de vida da população.

DESFILE/PROTESTO A 6 DE JANEIRO

O caminho que nos apontam não é inevitável. Há alternativas ao aumento do custo de vida e ao afundamento do país!

Face à necessidade de responder à actual situação política e ao rumo de declínio imposto pela política de direita apoiada pelo PS, PSD e CDS, a DORP do PCP exorta as organizações a desenvolverem acções de denúncia de cada uma das medidas do Pacto de Agressão, promovendo o esclarecimento e a mobilização para a sua derrota. Neste quadro, decidiu convocar uma acção de protesto “contra o aumento do custo de vida, pela rejeição do pacto de agressão”, para o próximo dia 6 de Janeiro, pelas 17h30, com concentração na Praça da Batalha, seguida de desfile pela rua Santa Catarina. Esta acção contará com a presença de Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, apelando-se à participação de todos os atingidos por esta política no desfile de protesto.

Porto, 27 de Dezembro de 2011
O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP