Archive for Março, 2012

Adesões no distrito do Porto – Greve Geral – 22 de Março de 2012

Março 23rd, 2012

CDP/COC-N Vila Nova de Gaia 4430 – 69,2%
CDP/COC-N Vila Nova de Gaia 4400 – 35,7%
CDP/COC-N Vila do Conde – 39.1%
CDP/COC-N Valongo – 63.6%
CDP/COC-N Valadares – 44,4%
CDP/COC-N Santo Tirso – 52%
CDP/COC-N Paços de Ferreira – 42,8%
CDP/COC-N Marco de Canaveses – 88.2%
CDP/COC-N Gondomar – 32%
CDP/COC-N Ermesinde – 60%
CDP/COC-N 4100/4150 – 88,6%
CDP/COC-N noite – 32.3%
Cantina do Hospital Padre Américo, Penafiel (Such) – 2º turno – 100%
Cantina do Hospital Padre Américo (Such) – 1º turno – 60%
Cantina Escola Sãotegãos, Gondomar (Gertal, SA) – 100%
Cantina do Hospital da Prelada (Tau, SA) – 80%
Bar do IPO (Eurest, Lda) – 100%
Cantina da Escola EB 2,3 Manoel oliveira (Eurest, Lda), Porto – 100%
Junta de Freguesia de S.Pedro da Cova – encerrada
Junta de Freguesia de Valbom, Gondomar – encerrada
Junta de Freguesia de Crestuma, V.N.Gaia – 100%
Junta de Freguesia de Arcozelo, V.N.Gaia – 85%
Câmara Municipal de Vila Nova de gaia – 75%
Junta de Freguesia de Miragaia – 100%
Jardim de Infância da Junta de Freguesia de Campanhã – 100%
Jardim de Infância da Junta de Freguesia de Aldoar – 100%
Câmara Municipal do Porto – Higiene Urbana diurna – 100%
Câmara Municipal do Porto – geral – 50%
Junta de Freguesia de Perafita, Matosinhos – 100%
Junta de Freguesia de Leça do Balio, Matosinhos – 100%
Junta de Freguesia de Pedrouços, Maia – 100%
Junta de Freguesia de Rio Tinto – Jardins – 100%
RSU da Câmara Municipal de Gondomar – recolha nocturna – 50%
Sakthi – turno da tarde – 85%
Construções Joaquim Barros – Construção Civil e Sector de Madeiras 70%
Fernando Carvalho & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Construções Rodrigo Unipessoal – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
Construções S.Jorge – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
João Moreira, Lda – Construção Civil e Sector de Madeiras 55%
Móveis Silveira – Construção Civil e Sector de Madeiras 55%
João & Alberto Granitos – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
Soc. Const. Pinto Moreira – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Móveis Rosa & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 70%
Const. J. Leitão – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
Soc. Pedreiras Carvalho & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Const. Maia da Rocha – Construção Civil e Sector de Madeiras 45%
Const. Pereira Ribeiro – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Móveis Cristiano & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
João Pinto Fonseca – Construção Civil e Sector de Madeiras 50%
Const. Luís Carvalho – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Soc.Const.Mesquita & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 50%
Pedreiras e Granitos do Tâmega – Construção Civil e Sector de Madeiras 75%
Const. Eliana – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Blocoviga – Construção Civil e Sector de Madeiras 80%
Serração Araújo & Irmãos – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Const. Alberto & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
Soc. Const. Mesquita & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 50%
Soc. Const. Benjamin – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Antero & Carvalho – Construção Civil e Sector de Madeiras 60%
Soc. Const. Beira Alta – Construção Civil e Sector de Madeiras 65%
Soc. Const. Pinto & Coelho – Construção Civil e Sector de Madeiras 50%
Móveis Rodrigo & Filhos – Construção Civil e Sector de Madeiras 55%
Pedreiras e Granitos de Lamelas – Construção Civil e Sector de Madeiras 50%
Soc.Const.José Maria Carvalho – Construção Civil e Sector de Madeiras 70%
Móveis Fernandes & Rodrigues – Construção Civil 60%
Const.Dias, Carvalho & associados – Construção Civil 70%
Soc. Const.Castro & Mendes – Construção Civil 55%
Const. Pereira Gomes – Construção Civil 50%
Soc. Const. do Ave – Construção Civil 65%
Ferreira Granitos Lda – Construção Civil 55%
António Sousa & Filhos – Construção Civil 65%
Const. Silva Coelho e Filhos, Lda – Construção Civil 55%
Const. Irmãos Unidos – Construção Civil 50%
Luís Acácio Mobiliário – Construção Civil 70%
Francisco Gomes & Pinto – Construção Civil 50%
Soc. Const. Jaime Ferreira – Construção Civil 60%
Soc. Const. Francisco Jesus – Construção Civil 55%
Móveis Fernando Oliveira – Construção Civil 50%
Mármores e Granitos do Alto Douro – Construção Civil 60%
Rochas Ornamentais Felismino Silva – Construção Civil 65%
Soc.Const. Sousa & Romeu – Construção Civil 65%
Ferreira Sousa & Filhos – Construção Civil 60%
Soc. Const. Patrício & Lima – Construção Civil 65%
Aurélio & Sandro Soc. Const. – Construção Civil 60%
Móveis Paulo & Pedro – Construção Civil 75%
Juliano & Rodrigues Soc. Const. – Construção Civil 65%
Soc. Const. António Pacheco – Construção Civil 65%
Mobiliário João David Teixeira – Construção Civil 65%
Const. David Gomes – Construção Civil 65%
Justino Carvalho & Irmão – Construção Civil 65%
(12h36) Socometal – 95%
(12h36) Agência Piaget para o Desenvolvimento / Técnicos Superiores – 35%
(12h35) CM V.N.Gaia – serviços – 70%
(12h35) CM V.N.Gaia – oficinas gerais – 75%
(12h35) CM Santo Tirso – 65%
(12h30) Pescadores (embarcação do cerco) – todos os portos – nenhum barco saiu para o mar
(12h30) Tajor – confecção – Lousada – 50%
(12h30) Escola Secundária Rocha Peixoto, Póvoa de Varzim – 90%
(12h27) Escola EB 2/3 do Olival, V.N.Gaia – encerrada
(12h27) Hosp. S.João – Consulta de Psiquiatria e Hospital de Dia – encerrados (com serviços mínimos)

(12h27) Hosp. S.João – Bloco Operatório Central e Bloco Cardioporacia – encerrados
(12h27) CTT – centro de tratamento, Maia – turno da noite – 50%
(12h20) Caetano Bus – turno da manhã – 70%
(12h20) STCP – 80%
(12h20) Groz Beckert – turno da manhã – 50%
(12h00) Cantina do Hospital Pedro Hispano (Such) – 100%
(11h50) Faculdade de Ciências da UP – a maioria das aulas não se realizaram
(11h50) Faculdade de Letras da UP – mais de 70% das aulas não se realizaram
(11h36) CGD – Madalena – encerrado
(11h36) CGD – Antas – encerrado
(11h36) CGD – Fernão de Magalhães – encerrado
(11h22) Creche e Jardim de Infância da Biquinha – Matosinhos – encerrado
(11h10) Worten (Via Catarina) – 60%
(10h30) Pingo Doce (Sá da Bandeira) – 60%
(10h00) Calzedonia no Via Catarina – encerradas
(09h30) Desfile de piquete – Centro Comercial Via Catarina – Porto  ver fotografia
(09h30) Escola Secundária Clara de Resende – encerrada
(09h30) Vidromarques – 33%
(08h50) Sakthi – Maia – turno da manhã – 82%
(08h50) Continente logística – Matosinhos – turno da noite – 45%
(08h15) Cantina Hospital S.João – Such – serviços mínimos (2 trabalhadores por turno)  ver fotografia
(08h15) Cantina RTP – ITAU – 100%
(08h00) CP Porto – 99,9%
(07h53) Metro do Porto – 90%
(07h00) STCP – até às 7h 90%; na globalidade 80%
(06h40) Central Termo-eléctrica da Petrogal – Matosinhos – 100%
(05h10) Unidade Local de Saúde EPE – Matosinhos – enfermeiros – 65%

(02h26) Sakthi – Maia – 3º turno – 70%
(01h00) Hospital de Santo António – enfermeiros – turno da noite – 30%
(01h00) Centro Hospitalar de V.N.Gaia – enfermeiros – turno da noite 30%
(01h00) IPO/Porto – enfermeiros – turno da noite – 50%
(01h00) Hospital de S.João – enfermeiros – turno da noite – 63%
(01h00) Hospital Pedro Hispano – enfermeiros – turno da noite – 65%
(24h00) CP – S.Bento – 100%  ver declaração de Álvaro Pinto, dirigente sindical
(23h44) RSU – CM Porto – 30% de adesão
(23h41) RSU – CM Gondomar – 50% de adesão
(23h00) Sakthi – Maia – 1º turno – 70% de adesão  ver vídeo de piquete e declaração de Alberto Neto, dirigente sindical
(23h00) Groz Beckert – V.N.Gaia – 1º turno –  63% de adesão  ver foto de piquete    ver declaração de José Gomes, dirigente sindical
(22h00) Recolha de Lixo – CM Matosinhos – 80% (não houve recolha)  ver foto de piquete

Também no distrito do Porto UMA GRANDE GREVE GERAL que abre caminho à luta por emprego, direitos e justiça social

Março 22nd, 2012

A DORP do PCP saúda os trabalhadores portugueses pela construção e concretização da Greve Geral de ontem que, convocada pela CGTP-IN, assumiu uma elevada expressão no distrito do Porto e uniu diversos sectores e camadas no protesto, na luta e na exigência de uma ruptura com o rumo de “empobrecimento e exploração” assumido pelos executantes da política de direita e consagrado no pacto de agressão assinado pelo PS, o PSD e o CDS com a troika estrangeira.
A DORP do PCP saúda também a União de Sindicatos do Porto pelo papel que teve na divulgação e realização da greve, pela organização da grande e combativa concentração e desfile para a Praça dos Leões, que forçou o Primeiro-ministro a uma entrada envergonhada na Reitoria da Universidade do Porto, fugindo ao protesto e à indignação dos milhares de trabalhadores que se concentravam naquele local.
A DORP do PCP saúda e destaca o papel dos militantes comunistas e das organizações do Partido, pelo seu envolvimento e papel activo no êxito desta jornada de luta.
Foi uma Greve Geral de grandes dimensões, com grande impacto e adesões de muito significativas.
Esta jornada de luta, ao nível da indústria, teve expressões significativas em vários sectores e empresas, como são exemplos a Sakti, a Groz Bekert, a CaetanoBus, a Socometal, a Camo.
No sector dos transportes registou adesões em várias operadoras rodoviários privadas e uma grande adesão na STCP, com mais de 90% de adesão na Madrugada e uma adesão global de 80%. No Metro do Porto, com adesão superior a 90%, verificou-se o funcionamento muito condicionado e apenas em dois troços e a ausência de ligação aos concelhos de Gondomar, da Maia, da Póvoa de Varzim, de Vila do Conde, ao centro de Matosinhos e ao Aeroporto. Na CP atingiu-se uma greve total no período da noite e uma adesão global superior a 95%.
Os pescadores do cerco tiveram uma adesão total à greve, nos vários portos do distrito do Porto.
Na administração local, com dezenas de serviços fechados ou fortemente afectados em vários concelhos (Porto, Matosinhos, Gondomar, Gaia, Santo Tirso…) e muitas Juntas de Freguesia encerradas.
Também na administração central as implicações de uma importante adesão de trabalhadores fizeram-se sentir com o cancelamento de centenas de Consultas e no encerramento dos Blocos Operatórios dos principais Hospitais, no encerramento de escolas, creches e jardins de infância, bem como na afectação do funcionamento de repartições de Finanças e departamentos da Segurança Social e do Ministério da Justiça.
Ao nível da hotelaria, restauração, comércio e serviços, foram dezenas os locais de trabalho do distrito com adesões totais ou muito significativas, destacando-se as cantinas dos Hospitais de São João e Pedro Hispano, a cantina da RTP-Porto, as lojas Worten e Calzedonia do ViaCatarina, a logística do Continente e a Santa Casa da Misericórdia da Póvoa de Varzim.
O impacto da adesão à greve no sector da construção civil e do mobiliário foi notado em muitas empresas de pequena e grande dimensão, registando-se adesões superiores a 60% em mais de 50 empresas deste sector, no distrito do Porto.
O sector dos correios teve adesões significativas em vários pontos do distrito, nomeadamente nos concelhos do Porto, Gaia, Marco de Canavezes e Valongo.
Vários Balcões da Caixa Geral de Depósitos estiveram encerrados, registando-se uma adesão global de 50% dos trabalhadores no grande Porto.

A DORP do PCP destaca o facto desta greve se ter realizado num momento em que o desemprego e a precariedade atingem os seus maiores índices de sempre, de ter sido marcada por uma grande campanha de silenciamento e desvalorização nos órgãos de comunicação social e por deploráveis campanhas de intimidação, condicionamento, ameaça e repressão – tanto na fase preparatória como no próprio dia da Greve Geral.
Por tudo isto, a Greve Geral foi uma grande jornada de luta, onde trabalhadores efectivos e precários, do sector público e privado, lutaram contra o pacote legislativo do governo e pela rejeição do pacto de agressão. Uma jornada onde os jovens trabalhadores assumiram um papel destacado no esclarecimento, na mobilização e na sua construção, assumindo posturas de grande coragem e combatividade nos locais de trabalho e nos piquetes de greve, prestigiando-se e prestigiando o movimento sindical unitário.
No dia 22 de Março, os trabalhadores do distrito do Porto e do país recusaram o empobrecimento, a exploração e o desemprego. Disseram que não aceitavam este rumo de afundamento do país e exigiram a rejeição do pacto de agressão. Afirmaram a disponibilidade para prosseguir a luta contra a tentativa do governo de roubar salários e direitos, por os trabalhadores a trabalhar mais por menos dinheiro, facilitar e embaratecer os despedimentos.
A DORP do PCP reafirma a sua solidariedade para com os trabalhadores e a sua determinação em tudo fazer para que as intenções do governo não se concretizem, apelando à unidade e à luta dos trabalhadores, dos democratas e patriotas, pela democracia e o socialismo, por emprego, direitos e justiça social.

Porto, 23 de Março de 2012
A DORP do PCP

91 anos do PCP: confiança para lutar!

Março 17th, 2012

Ontem, a Comissão Concelhia de Paredes do PCP realizou, em Lordelo, o jantar comemorativo do 91.º aniversário do PCP. Cerca de uma centena de pessoas ouviram os discursos políticos de Miguel Correia, membro da Comissão Concelhia de Paredes do PCP e eleito da CDU na Assembleia de Freguesia de Lordelo, e de Belmiro Magalhães, membro da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto e do Comité Central do PCP.

Este dirigentes comunistas evocaram, nas sua intervenções, a matriz ideológica e histórica do PCP, a luta dos comunistas na clandestinidade no tempo do fascismo, o seu papel decisivo na Revolução do 25 Abril e a necessidade de defender os valores e conquistas da Revolução dos Cravos, num tempo onde ocorre umas das maiores ofensivas contra os trabalhadores e contra o Povo português, resultado das políticas de direitas e do pacto de Agressão assinado pelo PSD/PS/CDS com a troika estrangeira.

Realçaram as ofensivas aos direitos laborais, ao acesso à saúde e à educação e ao poder local democrático. Este último, uma conquista de Abril, alvo de uma tentativa de destruição por parte do actual Governo, que com a sua “Reforma Administrativa” procura menosprezar a democracia e desrespeitar a identidade histórica e cultural das freguesias. Esta ofensiva já obteve resposta por parte de muitos autarcas e das suas populações com manifestações e protestos em vários pontos do país, com o contributo valioso dos autarcas comunistas.

No que diz respeito ao mundo do trabalho, lembraram a necessidade dos trabalhadores se sindicalizarem e se juntarem ao Partido. O trabalho político e ideológico nas empresas e locais de trabalho é uma prioridade no concelho de Paredes e na região do Vale do Sousa, como atesta a criação do Sector Profissional do Mobiliário do PCP.

Este organismo tem levado a cabo múltiplos contactos com os trabalhadores através da entrega de documentos. Denunciou vários abusos laborais perpetrados por alguns patrões sem escrúpulos, através de perguntas formuladas ao Governo pelo Grupo Parlamentar comunista na Assembleia da Republica, que levou a que o ACT – Autoridade das Condições de Trabalho tivesse que agir contra as empresas visadas. Assinalou-se também a realização da Festa do Marceneiro, ocorrida no Verão passado, em Rebordosa, que contou com a presença do deputado Jorge Machado, iniciativa que se pretende levar a efeito todos os anos.

Ambos os oradores da noite apelaram ao combate do discurso das “inevitabilidades”, do “não vale a pena lutar” veiculado pelo Governo e pela comunicação social dominante que tenta promover a resignação e a submissão dos portugueses.

Perante tão grande ofensiva, exige-se aos comunistas e seus aliados esforços redobrados para mobilizar o povo para a luta. Daí o apelo, à participação e ao envolvimento de todo o colectivo partidário e de todos os trabalhadores na Greve Geral, convocada pela CGTP para o  próximo dia 22 de Março.

Para o Partido estar preparado para tão grandes e difíceis tarefas é necessário também discutir a sua organização. Assim, assinalam-se, para este ano, dois momentos fundamentais na vida partidária: a X Assembleia da Organização Regional do Porto do PCP, para o próximo dia 21 de Abril, e o XIX Congresso do Partido, a ter lugar nos dias 30 de Novembro, 1 e 2 de Dezembro, assente na ideia que é necessário discutir e reflectir as propostas e estratégias do Partido e que cada militante pode e deve dar o seu contributo para que haja um Partido cada vez mais forte e confiante.

Participa no Comício Comemorativo do 91.º Aniversário do Partido no dia 11 de Março de 2012

Março 5th, 2012
No ano em que assinala o seu 91º aniversário, o PCP assume com confiança a defesa de uma ruptura com o rumo de afundamento do país, propondo aos trabalhadores e ao povo a luta pela rejeição do pacto de agressão e a concretização de uma política alternativa, com base no projecto emancipador da Constituição da República Portuguesa, pela Democracia e o Socialismo, projectando os valores de Abril no futuro de Portugal. Participa no Comício Comemorativo do 91.º Aniversário do Partido no dia 11 de Março de 2012, pelas 15H30 no Teatro Rivoli, com a presença de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

Convite jantar 91º aniversário do PCP – Concelhia Paredes do PCP‏

Março 5th, 2012