Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Julho 15th, 2012 by Organização Concelhia de Paredes Leave a reply »

Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Esta é mais uma Iniciativa da Organização do Sector profisional do Mobiliário do Partido Comunista Portugues, com o objectivo de dar vôz recordando a actividade do Partido em prol dos trabalhadores do sector do Mobiliário que levou à criação de um organismo partidário para este sector. A participação nesta iniciativa é resistir e serrar fileiras , contribuindo assim para que os atropelos perpetrados por algumas empresas, algumas delas já denunciadas pelo Partido, sejam combatidos.

 

Depois de um ano de Pacto de Agressão, acordo assinado pelo PSD/CDS e PS , as condições de trabalho têm vindo a piorar e os abusos laborais já não têm controle por parte da pouca , (quase ausencia) de fiscalização nos locais de  trabalho pelo ACT.

 

É sobre os trabalhadores, os seus salários e rendimentos e os seus direitos que mais se concentra a presente ofensiva. A nova escalada no ataque a direitos dos trabalhadores que  as alterações à legislação laboral traduzem e facilitam; o objectivo da redução dos salários cinicamente invocado em nome de uma “competitividade” que a hipocritamente chamada “rigidez” das leis laborais impediria; os cortes nos apoios à protecção no desemprego ou a promoção de programas de “emprego” cujo único objectivo é promover a oferta de mão-de-obra a baixo preço – são expressões de uma política de classe, destinada a favorecer à custa dos rendimentos do trabalho enormes margens de lucro ao grande capital. A promulgação pelo Presidente da República das alterações à legislação laboral – e a cínica e grave fundamentação invocada – testemunham uma vez mais o seu comprometimento com os interesse do grande capital, o seu explícito apoio à ingerência e determinações externas e a renúncia, no exercício da suas funções, ao juramento que fez de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República.

 

 

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