Archive for the ‘Iniciativas’ category

Distrito do Porto na Festa do «Avante!» – Cerca de uma centena de comunistas do Porto apenas neste fim-de-semana na construção da Festa do «Avante!»

Agosto 15th, 2012

Galeria de fotografias das jornadas de construção da Festa do “Avante” dos comunistas do Porto

A 36ª edição Festa do «Avante!», que se realiza nos dias 7, 8 e 9 de Setembro, será um momento alto na luta de resistência à política de direita, de afirmação da determinação de todos aqueles que lutam por uma sociedade mais justa e dos valores e projecto do PCP. Erguida em centenas de milhares de horas de trabalho voluntário, fruto da militância de milhares de homens, mulheres e jovens que se entregam com dedicação às múltiplas tarefas necessárias desde a sua divulgação e da mobilização, à sua construção, à preparação dos conteúdos até à garantia de todos os aspectos do seu funcionamento. A presença na Festa do «Avante!» de todas as organizações Regionais do PCP, de norte a sul, regiões autónomas e emigração, é o retrato de Portugal, das suas realidades regionais, do seu artesanato e gastronomia, mas também do Portugal que trabalha e luta, uma mostra da intensa actividade que o PCP desenvolve. Esta sexta-feira, sábado e domingo cerca de uma centena de militantes comunistas do distrito do Porto estarão na quinta da Atalaia contribuindo com o seu trabalho voluntário para a construção do espaço da Organização Regional do Porto na Festa do «Avante!» Além da tradicional presença da gastronomia, cultura e artesanato da região, este ano, o espaço da Organização Regional do Porto, tem como tema da sua decoração “O Porto em luta”, dando expressão às muitas lutas dos trabalhadores dos diversos sectores, dos utentes e das populações contra o Pacto de Agressão e a política de direita, pela exigência de outro rumo – a defesa da produção e do aparelho produtivo nacional, o combate ao desemprego e à precariedade e a defesa do emprego com direitos, pela defesa dos serviços públicos, por salários e pensões dignos e contra o aumento do custo de vida. Estará ainda patente no espaço do Porto uma exposição sobre os 30 anos do 1º de Maio de 1982, realizando-se também um debate sobre esta data histórica da luta dos trabalhadores do Porto pela Democracia, pelos seus direitos e contra a repressão quando as comemorações do 1º promovidas pela CGTP-IN, no Porto, ficaram manchadas pela carga policial, depois de mais de duas horas de batalha campal que se estendeu a varias áreas do Porto, originando pelo menos seis dezenas de feridos  atendidos em hospitais, nove dos quais com ferimentos de bala e duas vítimas mortais. As organizações concelhias e sectoriais do distrito promovem ainda diversas excursões para os três dias de Festa, com passagem por todos os concelhos do distrito.

Porto, 10 de Agosto de 2012

O Gabinete de Imprensa da DORP do PCP

Convívio da CDU no Marco de Canaveses

Agosto 7th, 2012

 Convívio de Verão CDU, iniciativa política, anualmente promovida pela Comissão Concelhia do Marco de Canaveses, em ambiente de amizade e camaradagem, contou com a participação de camaradas e amigos que fazem desta iniciativa um momento colectivo de análise dos problemas do concelho, da região e do país, bem como das soluções que o Partido Comunista Português, nomeadamente a CDU nas autarquias, preconiza nas diversas áreas. Nas intervenções efectuadas destacam-se a luta contra o desmantelamento da linha do Tâmega, o constante adiamento da construção do IC35, a urgente electrificação da linha do Douro.

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PCP realiza banca junto ao tribunal de Paredes com distribuição de jornal de verão

Julho 28th, 2012

Por todo o distrito, diariamente, acções de contacto com a população são asseguradas pelos militantes e organizações locais do Partido, fazendo a denuncia da política de direita, do pacto de agressão e dos responsáveis pelo rumo de afundamento imposto ao país. Igualmente é reafirmada a necessidade e possibilidade de outra política, exigindo a renegociação da dívida, defendendo a produção nacional e criando emprego com direitos, reclamando justiça social e a valorização dos salários e pensões, defendendo a soberania nacional.

DISTRIBUIÇÃO DE PROPAGANDA
Paredes, 28 de Julho de 2012

Amarante ; Uma das várias Iniciativas de divulgação da Festa do Avante no Sousa e Tâmega

Julho 16th, 2012

Militantes Comunistas no Largo de S. Gonçalo em  Amarante ( turno da manha)

Turno da tarde com muito trabalho de esclarecimento

Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Julho 15th, 2012

Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Esta é mais uma Iniciativa da Organização do Sector profisional do Mobiliário do Partido Comunista Portugues, com o objectivo de dar vôz recordando a actividade do Partido em prol dos trabalhadores do sector do Mobiliário que levou à criação de um organismo partidário para este sector. A participação nesta iniciativa é resistir e serrar fileiras , contribuindo assim para que os atropelos perpetrados por algumas empresas, algumas delas já denunciadas pelo Partido, sejam combatidos.

 

Depois de um ano de Pacto de Agressão, acordo assinado pelo PSD/CDS e PS , as condições de trabalho têm vindo a piorar e os abusos laborais já não têm controle por parte da pouca , (quase ausencia) de fiscalização nos locais de  trabalho pelo ACT.

 

É sobre os trabalhadores, os seus salários e rendimentos e os seus direitos que mais se concentra a presente ofensiva. A nova escalada no ataque a direitos dos trabalhadores que  as alterações à legislação laboral traduzem e facilitam; o objectivo da redução dos salários cinicamente invocado em nome de uma “competitividade” que a hipocritamente chamada “rigidez” das leis laborais impediria; os cortes nos apoios à protecção no desemprego ou a promoção de programas de “emprego” cujo único objectivo é promover a oferta de mão-de-obra a baixo preço – são expressões de uma política de classe, destinada a favorecer à custa dos rendimentos do trabalho enormes margens de lucro ao grande capital. A promulgação pelo Presidente da República das alterações à legislação laboral – e a cínica e grave fundamentação invocada – testemunham uma vez mais o seu comprometimento com os interesse do grande capital, o seu explícito apoio à ingerência e determinações externas e a renúncia, no exercício da suas funções, ao juramento que fez de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República.

 

 

Excursão para a Festa do Avante para 3 dias a sair no dia 7 de Penafiel, Paredes e Marco de Canaveses, para 5 dias com saida no dia 6 de Amarante

Julho 10th, 2012

Festa do Marceneiro 2012 em Rebordosa, Domingo 22 Julho, Participa!

Julho 10th, 2012

Suspensão de obras pelo Ministério das Finanças e Parque Escolar atira trabalhadores para desemprego

Maio 28th, 2012

Conferência de imprensa da Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP

O PCP combateu desde a primeira hora a empresarialização da gestão das escolas públicas através da criação da empresa Parque Escolar, Entidade Pública Empresarial. Por este motivo o PCP chegou a apresentar na Assembleia da República um projecto-lei que visava a extinção da Parque Escolar, Empresa Pública Empresarial, revertendo todo o seu património novamente para o Estado. Uma proposta que não implicava que se cancelassem obras e projectos nem que se passasse uma esponja pela história da Parque Escolar; antes pelo contrário, o PCP defendeu que extinguindo a empresa se apurassem as responsabilidades sobre a má gestão realizada. Prevíamos que a criação da Parque Escolar só daria problemas, porque para além de desresponsabilizar o Governo numa área tão importante como esta, iria abrir caminho a uma má gestão do património, dado que o Governo passaria a pagar a um conselho de administração de nomeados e amigos que, por sua vez, contrata os amigos para projectistas, para as empreitadas, para fornecedores de equipamentos, assim acrescentando centenas de milhões de euros ao défice público.
Esta previsão acabou por ser acertada, e agora a empresa Parque Escolar está no centro de uma polémica em torno de alegadas despesas e pagamentos ilegais, detectadas pelo Tribunal de Contas. Polémica essa que rapidamente foi aproveitada pelo Governo para suspender as obras de modernização de escolas em curso, ao contrário daquilo que tinha sido garantido pelo Ministro da Educação – ainda em Março deste ano – quando afirmou que «As escolas que têm obras em curso vão continuar com um ritmo apropriado à contenção económica que vivemos». Esta suspensão de obras, no entanto, não emana de um despacho ministerial, a suspensão de obras resulta do facto da empresa Parque Escolar não pagar aos empreiteiros de obra. A Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP conhece casos concretos de empresas desta região, sub-empreiteiros trabalhando para os empreiteiros de várias escolas nos concelhos de Baião e Marco de Canaveses, que estão sem receber qualquer crédito desde Novembro ou Dezembro de 2011. Duas empresas, uma de construção civil, outra de instalações eléctricas, têm neste momento, em conjunto, 160 funcionários sem trabalho, aguardando em casa uma solução para a difícil situação financeira em que se encontram. Estas empresas de pequena a média dimensão não têm contrato directo com a Parque Escolar, são subempreiteiros. Devido à sua reduzida dimensão e aos (proporcionalmente) elevados valores em dívida, estas empresas não têm condições de suportar pagamentos de salários aos trabalhadores nestas condições durante muito tempo. Por este motivo, o desemprego é uma possibilidade real para estes trabalhadores, caso as dívidas referentes a trabalhos já efectuados não sejam liquidadas brevemente. Referimos aqui apenas dois casos, no entanto os gerentes destas empresas conhecem muitas outras empresas que se encontram mais ou menos na mesma situação. A Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP entendeu que deve denunciar publicamente esta inadmissível situação. O Governo tem responsabilidade directa. O não pagamento da obra já realizada tem a marca do Ministério das Finanças, uma vez que este não disponibilizou à Parque Escolar os recursos financeiros necessários para assumir os compromissos que a empresa já tinha assumido. Nesta situação fica bem claro o que representa para o país a chamada política de “austeridade”. A opção do Governo – apoiada no Pacto de Agressão assinado pelo PS, PSD e CDS – em proceder à consolidação orçamental, pela redução do défice e da dívida pública “custe o que custar”, resulta na profunda recessão da economia, com responsabilidade directa nas falências e encerramento de pequenas empresas, e consequente destruição de milhares de postos de trabalho e alastramento da pobreza. O país precisa de uma mudança de rumo, uma ruptura com estas políticas que nos têm levado ao declínio nacional. As propostas alternativas do PCP, nomeadamente as que reclamam a defesa do aparelho produtivo, alargando o investimento público e apoiando as micro, pequenas e médias empresas – privilegiando o mercado interno -, são mais do que justas, são urgentemente necessárias.

Penafiel, 28 de Maio de 2012 A Direcção Sub-regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega do PCP

Reorganização da estrutura curricular dos ensinos básico e secundário e relatório da auditoria do Tribunal de Contas à Parque Escolar EPE

Maio 28th, 2012

Intervenção de Miguel Tiago na Assembleia de República

Sr.ª Presidente, Sr. Deputado Michael Seufert, A minha primeira palavra é de elogio à sua capacidade de acrobacia retórica. É que fazer a defesa de um diploma como este que o Governo nos anuncia, e que é claramente indefensável, merece no mínimo um elogio a essa capacidade. E o Sr. Deputado, se fosse minimamente fiel à realidade, certamente não conseguiria fazer aquele discurso. Mas trata-se das naturais efabulações de quem tem que defender um Governo que toma as medidas que toma e que, aliás, cumpre um programa que é partilhado pela sua bancada. Sr. Deputado, não conseguiu mostrar a virtude de nenhuma das questões que aqui nos trouxe, muito provavelmente porque essa virtude não existe. Bem pelo contrário, Sr. Deputado, o caminho que este Governo vai trilhando é aquele que já o anterior governo do Partido Socialista seguia, que é o da diminuição do papel da escola pública, o da fragilização do papel da escola pública, particularmente no que toca à sua função maior de formação da cultura integral do indivíduo. Sr. Deputado, mais exames: agora, no 4.º ano, acrescentam-se provas eliminatórias! Trata-se de começar a escolher, logo de pequenino, quem é que tem direito a ir para a faculdade e quem é que não tem. É para começar logo a impor, desde pequeninos, aos jovens portugueses quem é que está condenado a ser mão-de-obra descartável ou quem é que pode seguir para a elite! É assim que o CDS entende que se devem tratar os problemas da educação e da juventude em Portugal. A divisão da disciplina de Educação Visual e Tecnológica (EVT) é, na verdade, o fim da disciplina, porque, como bem sabem, a educação tecnológica não corresponde à componente da EVT, que atualmente se chama Educação Tecnológica. Também não conseguiu dizer-nos o que é que se vai ganhar com isso. Mas, Sr. Deputado, a razão pela qual não consegue fazê-lo é muito simples. Faço-lhe este desafio: diganos, aqui, que esta revisão não foi feita apenas para garantir o cumprimento do pacto de agressão e o compromisso, que está no pacto, assumido pelo seu Governo, de cortar 109 milhões de euros só com uma revisão curricular. Os Srs. Deputados vêm aqui tecer loas a uma revisão curricular que é tudo menos uma revisão curricular. É um ajustamento orçamental às imposições da troica! Sr. Deputado, deixo-lhe uma última pergunta sobre esta suposta revisão curricular: quantos professores vão para a rua com este ajustamento orçamental, com estes pequenos acertos que foram feitos nos currículos, a bem do Orçamento e das imposições da troica a que o seu Governo se submete? Sobre a empresa Parque Escolar, Sr. Deputado, é tempo de acabar com esta farsa de PSD e CDS acusarem o PS. É certo que a opção do PS de empresarializar a escola, de empresarializar a obra e de empresarializar responsabilidades do Estado foi má. A resposta é muito simples: acabem com a empresa e comecem as obras!

O Grupo Parlamentar do PCP combateu desde a primeira hora a empresarialização da gestão das escolas públicas através da criação da empresa Parque Escolar, Entidade Pública Empresarial.

Maio 28th, 2012

A  15 de Setembro de 2011 o PCP alertou do seguinte:

O Grupo Parlamentar do PCP combateu desde a primeira hora a empresarialização da gestão das escolas públicas através da criação da empresa Parque Escolar, Entidade Pública Empresarial. Desde sempre afirmámos que a criação desta empresa geraria problemas nas escolas, na medida em que desresponsabiliza o Governo pela gestão do património e corroía profundamente a autonomia escolar, num contexto em que a própria democracia na gestão é já praticamente inexistente.

 

Ver video da intervenção do grupo parlamentar do PCP

Extingue a Parque Escolar, Entidade Pública Empresarial, e transfere o seu património para o Estado