Archive for the ‘Sector Profissional do Mobiliário do PCP’ category

PCP: Despedimentos e salários em atraso na empresa Classic Móvel (Paredes)

Janeiro 4th, 2013

Sector Profissional do Mobiliário do PCP:  foi solicitada a intervenção urgente das entidades competentes no sentido de repor a legalidade e salvaguardar os direitos dos cerca de 18 trabalhadores que se encontram com salários em atraso.

PERGUNTA PARLAMENTAR

Assunto: Despedimentos e salários em atraso na empresa Classic Móvel (Paredes)

Destinatário: Min. da Economia e do Emprego

Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República

Chegou ao grupo parlamentar do PCP a informação que a empresa Classic Móvel – Mobiliário Paúl, sita em Vandoma, concelho de Paredes, tem vários meses de salários em atraso.

De acordo com a informação recolhida, 18 dos 23 trabalhadores da empresa foram obrigados a sair da empresa após três meses de salários em atraso sem o pagamento das indemnizações a que têm direito.

Importa referir que, de acordo com informações recolhidas, nos últimos quatro anos a mesma entidade patronal usou três sociedades comerciais diferentes.

Assim, além de Classic Móvel, a mesma entidade patronal usou a empresa Âncora Padrão e recentemente a empresa Vangmob Industria de Mobiliário SA, todas com morada em Vandoma, concelho de Paredes

Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e nos termos e para os efeitos do 229º do Regimento da Assembleia da República, pergunto ao Ministério da Economia e do Emprego o seguinte:

1.º Que informações possui este Ministério quanto às empresas acima indicadas?

2.º Tendo em conta a informação transmitida que existem salários em atraso e despedimentos abusivos, que medidas, nomeadamente inspetivas por via da ACT, vai este Ministério tomar para repor a legalidade e salvaguardar os postos de trabalho?

Palácio de São Bento, quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012

Deputado(a)s

JORGE MACHADO(PCP)

 

Apelo à Greve Geral no IV Magusto-convívio CDU/Lordelo

Novembro 10th, 2012

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Decorreu hoje à tarde, a 4.ª edição do Magusto-Convívio CDU/Lordelo. Apesar do mau tempo, foram dezenas as pessoas que participaram nesta iniciativa, ocorrida no Parque do Rio Ferreira, em Lordelo (Paredes). Esta iniciativa pretendeu, além do convívio, lembrar o trabalho autárquico local do PCP e da CDU e exortar todos os presentes para as próximas lutas, em particular, a Greve Geral promovida pela CGTP para o próximo dia 14 de Novembro.

 Ler mais em A FARPA.

II Festa do Marceneiro: trabalhadores do mobiliário unidos contra o pacto de agressão

Julho 23rd, 2012

“É preciso continuar a denunciar os atentados aos direitos dos trabalhadores do sector do mobiliário”, Miguel Ângelo Dias, membro da Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP
Também esta ideia foi realçada no discurso de Paulo Macieira, da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto do PCP e membro da organização comunista do sector dos móveis, lembrou a recente homenagem prestada pela Câmara Municipal de Paredes a várias empresas que abusam e exploram os seus trabalhadores como se pode provar na pagina da Assembleia da Republica (http://www.parlamento.pt/) .

“Todos os trabalhadores devem lutar contra o Pacto de Agressão!”, Tiago Vieira, da Comissão Política e do Secretariado da JCP – Juventude Comunista Portuguesa.

O Parque do Rio Ferreira, em Rebordosa (Paredes) foi palco de II Festa do Marceneiro, iniciativa levada a cabo pela Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP, que a par desta iniciativa, tem promovido acções de contacto e apoio aos trabalhadores do sector. Além da entrega e distribuição de documentos e da realização de reuniões com os militantes comunistas que trabalham na área do mobiliário, a Organização comunista já denunciou várias empresas que desrespeitam os direitos laborais, desde o não pagamento de salários ou horas extraordinárias até a instalação de câmaras de vigilância num claro abuso da privacidade, entre outros atentados. O balanço de todo este trabalho foi comunicado pelo primeiro orador da tarde de hoje: Miguel Ângelo Dias, membro da JCP e da Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP. Este jovem comunista de Rebordosa prometeu continuar, conjuntamente com os militantes comunistas da área do mobiliário, a lutar contra os abusos laborais perpetrados por muitas empresas, a maior parte delas localizadas nos concelhos de Paredes e Paços de Ferreira.
Também esta ideia foi realçada no discurso de Paulo Macieira, da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto do PCP e membro da organização comunista do sector dos móveis, lembrou a recente homenagem prestada pela Câmara Municipal de Paredes a várias empresas que abusam e exploram os seus trabalhadores como se pode provar na pagina da Assembleia da Republica (http://www.parlamento.pt/) .
Tiago Vieira, da Comissão Política e Secretariado da JCP, elogiou o trabalho dos comunistas do sector do mobiliário e afirmou que é preciso continuar com essa atitude de persistência e coragem para fazer face às políticas implementadas pelo actual Governo e pela troika estrangeira. Só a luta contra o pacto de agressão assinado pelo PSD/PS/CDS tornará possível reverter o rumo de declínio económico e social que o nosso país enfrenta.

Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Julho 15th, 2012

Os trabalhadores Comunistas da Industria do mobiliário apelam a todos os trabalhadores do sector a estar presentes no dia 22 de Julho, Domingo, na Festa do Marceneiro que se vai realizar no Parque Rio Ferreira em Rebordosa (Paredes).

Esta é mais uma Iniciativa da Organização do Sector profisional do Mobiliário do Partido Comunista Portugues, com o objectivo de dar vôz recordando a actividade do Partido em prol dos trabalhadores do sector do Mobiliário que levou à criação de um organismo partidário para este sector. A participação nesta iniciativa é resistir e serrar fileiras , contribuindo assim para que os atropelos perpetrados por algumas empresas, algumas delas já denunciadas pelo Partido, sejam combatidos.

 

Depois de um ano de Pacto de Agressão, acordo assinado pelo PSD/CDS e PS , as condições de trabalho têm vindo a piorar e os abusos laborais já não têm controle por parte da pouca , (quase ausencia) de fiscalização nos locais de  trabalho pelo ACT.

 

É sobre os trabalhadores, os seus salários e rendimentos e os seus direitos que mais se concentra a presente ofensiva. A nova escalada no ataque a direitos dos trabalhadores que  as alterações à legislação laboral traduzem e facilitam; o objectivo da redução dos salários cinicamente invocado em nome de uma “competitividade” que a hipocritamente chamada “rigidez” das leis laborais impediria; os cortes nos apoios à protecção no desemprego ou a promoção de programas de “emprego” cujo único objectivo é promover a oferta de mão-de-obra a baixo preço – são expressões de uma política de classe, destinada a favorecer à custa dos rendimentos do trabalho enormes margens de lucro ao grande capital. A promulgação pelo Presidente da República das alterações à legislação laboral – e a cínica e grave fundamentação invocada – testemunham uma vez mais o seu comprometimento com os interesse do grande capital, o seu explícito apoio à ingerência e determinações externas e a renúncia, no exercício da suas funções, ao juramento que fez de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República.

 

 

Festa do Marceneiro 2012 em Rebordosa, Domingo 22 Julho, Participa!

Julho 10th, 2012

91 anos do PCP: confiança para lutar!

Março 17th, 2012

Ontem, a Comissão Concelhia de Paredes do PCP realizou, em Lordelo, o jantar comemorativo do 91.º aniversário do PCP. Cerca de uma centena de pessoas ouviram os discursos políticos de Miguel Correia, membro da Comissão Concelhia de Paredes do PCP e eleito da CDU na Assembleia de Freguesia de Lordelo, e de Belmiro Magalhães, membro da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto e do Comité Central do PCP.

Este dirigentes comunistas evocaram, nas sua intervenções, a matriz ideológica e histórica do PCP, a luta dos comunistas na clandestinidade no tempo do fascismo, o seu papel decisivo na Revolução do 25 Abril e a necessidade de defender os valores e conquistas da Revolução dos Cravos, num tempo onde ocorre umas das maiores ofensivas contra os trabalhadores e contra o Povo português, resultado das políticas de direitas e do pacto de Agressão assinado pelo PSD/PS/CDS com a troika estrangeira.

Realçaram as ofensivas aos direitos laborais, ao acesso à saúde e à educação e ao poder local democrático. Este último, uma conquista de Abril, alvo de uma tentativa de destruição por parte do actual Governo, que com a sua “Reforma Administrativa” procura menosprezar a democracia e desrespeitar a identidade histórica e cultural das freguesias. Esta ofensiva já obteve resposta por parte de muitos autarcas e das suas populações com manifestações e protestos em vários pontos do país, com o contributo valioso dos autarcas comunistas.

No que diz respeito ao mundo do trabalho, lembraram a necessidade dos trabalhadores se sindicalizarem e se juntarem ao Partido. O trabalho político e ideológico nas empresas e locais de trabalho é uma prioridade no concelho de Paredes e na região do Vale do Sousa, como atesta a criação do Sector Profissional do Mobiliário do PCP.

Este organismo tem levado a cabo múltiplos contactos com os trabalhadores através da entrega de documentos. Denunciou vários abusos laborais perpetrados por alguns patrões sem escrúpulos, através de perguntas formuladas ao Governo pelo Grupo Parlamentar comunista na Assembleia da Republica, que levou a que o ACT – Autoridade das Condições de Trabalho tivesse que agir contra as empresas visadas. Assinalou-se também a realização da Festa do Marceneiro, ocorrida no Verão passado, em Rebordosa, que contou com a presença do deputado Jorge Machado, iniciativa que se pretende levar a efeito todos os anos.

Ambos os oradores da noite apelaram ao combate do discurso das “inevitabilidades”, do “não vale a pena lutar” veiculado pelo Governo e pela comunicação social dominante que tenta promover a resignação e a submissão dos portugueses.

Perante tão grande ofensiva, exige-se aos comunistas e seus aliados esforços redobrados para mobilizar o povo para a luta. Daí o apelo, à participação e ao envolvimento de todo o colectivo partidário e de todos os trabalhadores na Greve Geral, convocada pela CGTP para o  próximo dia 22 de Março.

Para o Partido estar preparado para tão grandes e difíceis tarefas é necessário também discutir a sua organização. Assim, assinalam-se, para este ano, dois momentos fundamentais na vida partidária: a X Assembleia da Organização Regional do Porto do PCP, para o próximo dia 21 de Abril, e o XIX Congresso do Partido, a ter lugar nos dias 30 de Novembro, 1 e 2 de Dezembro, assente na ideia que é necessário discutir e reflectir as propostas e estratégias do Partido e que cada militante pode e deve dar o seu contributo para que haja um Partido cada vez mais forte e confiante.

Militantes do PCP visitaram a empresa Persantos, em Vilela

Fevereiro 7th, 2012

Militantes da organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP visitaram a empresa Persantos, Industria de Mobiliário, Lda, em Vilela, Concelho de Paredes, ontem, às 17:30 horas. Foi dado a conhecer aos trabalhadores que através do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República, foi solicitada a intervenção urgente das entidades competentes no sentido de repor a legalidade e salvaguardar os direitos dos cerca de 40 trabalhadores que se encontram com salários em atraso naquela empresa.

Pergunta feita pelo Grupo Parlamentar do PCP: 

Ex. ma Sr.ª Presidente da Assembleia da República

 A empresa Persantos, Indústria de Mobiliário, Lda., com sede em Vilela, concelho de Paredes, está sem pagar salários devidos aos seus trabalhadores. São cerca de 35 a 40 os trabalhadores desta empresa da indústria do mobiliário que, de acordo com informações que nos foram transmitidas, não receberam o salário do mês de Dezembro, nem receberam o salário do mês de Janeiro. Esta é uma situação inaceitável que se torna ainda mais grave e escandalosa pelo facto da administração da empresa ter colocado nas instalações da empresa um aviso ofensivo e indigno para com os trabalhadores através do qual pretendia comunicar o não pagamento dos salários e informava de que tal pagamento não tinha data prevista para se concretizar. Pela sua natureza indigna, reproduz-se a seguir o teor deste ofensivo aviso, de que aliás existem fotografias:

“DADO A SITUAÇÃO ECONÓMICA GRAVE DO NOSSO PAÍS E EUROPA A NOSSA EMPRESA NÃO FUGIU À REGRA. PAGAREMOS LOGO QUE POSSÍVEL”.

 Por outro lado, e de acordo com informações que também nos foram remetidas, a empresa não estará a cumprir o horário de trabalho (das 8:00 às 12:00 horas e das13:30 às 17:30 horas), já que os trabalhadores continuam a trabalhar até ás 18:30 horas – isto é, mais uma hora e meia diária do que o horário previsto – sem que este trabalho suplementar seja pago ou/e incluído nos recibos normais de pagamento. Face ao descrito e ao teor totalmente inaceitável daquele insólito “aviso”, solicita-se ao Governo que, ao abrigo das disposições regimentais e constitucionais aplicáveis, e por intermédio do  Ministério da Economia e Emprego, responda com muita urgência às seguintes perguntas:

 1.Que medidas vai tomar esse Ministério, e a ACT, para que os trabalhadores da Persantos, Indústria de Mobiliário, Lda. possam receber os salários em dívida, relativos aos meses de Dezembro e de Janeiro?

 2. Que medidas vão tomar, esse Ministério e a ACT, para que a lei e o pagamento devido pela prestação de horas extraordinárias seja também efectivamente liquidado aos trabalhadores desta empresa?

3. Que comentários faz o Ministério sobre o teor do “aviso” que a empresa usa para comunicar aos trabalhadores o não pagamento dos salários de Dezembro e de Janeiro?

Palácio de São Bento, sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012

Deputado(a)s

HONÓRIO NOVO(PCP)