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II Festa do Marceneiro: trabalhadores do mobiliário unidos contra o pacto de agressão

Julho 23rd, 2012

“É preciso continuar a denunciar os atentados aos direitos dos trabalhadores do sector do mobiliário”, Miguel Ângelo Dias, membro da Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP
Também esta ideia foi realçada no discurso de Paulo Macieira, da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto do PCP e membro da organização comunista do sector dos móveis, lembrou a recente homenagem prestada pela Câmara Municipal de Paredes a várias empresas que abusam e exploram os seus trabalhadores como se pode provar na pagina da Assembleia da Republica (http://www.parlamento.pt/) .

“Todos os trabalhadores devem lutar contra o Pacto de Agressão!”, Tiago Vieira, da Comissão Política e do Secretariado da JCP – Juventude Comunista Portuguesa.

O Parque do Rio Ferreira, em Rebordosa (Paredes) foi palco de II Festa do Marceneiro, iniciativa levada a cabo pela Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP, que a par desta iniciativa, tem promovido acções de contacto e apoio aos trabalhadores do sector. Além da entrega e distribuição de documentos e da realização de reuniões com os militantes comunistas que trabalham na área do mobiliário, a Organização comunista já denunciou várias empresas que desrespeitam os direitos laborais, desde o não pagamento de salários ou horas extraordinárias até a instalação de câmaras de vigilância num claro abuso da privacidade, entre outros atentados. O balanço de todo este trabalho foi comunicado pelo primeiro orador da tarde de hoje: Miguel Ângelo Dias, membro da JCP e da Organização do Sector Profissional do Mobiliário do PCP. Este jovem comunista de Rebordosa prometeu continuar, conjuntamente com os militantes comunistas da área do mobiliário, a lutar contra os abusos laborais perpetrados por muitas empresas, a maior parte delas localizadas nos concelhos de Paredes e Paços de Ferreira.
Também esta ideia foi realçada no discurso de Paulo Macieira, da DORP – Direcção da Organização Regional do Porto do PCP e membro da organização comunista do sector dos móveis, lembrou a recente homenagem prestada pela Câmara Municipal de Paredes a várias empresas que abusam e exploram os seus trabalhadores como se pode provar na pagina da Assembleia da Republica (http://www.parlamento.pt/) .
Tiago Vieira, da Comissão Política e Secretariado da JCP, elogiou o trabalho dos comunistas do sector do mobiliário e afirmou que é preciso continuar com essa atitude de persistência e coragem para fazer face às políticas implementadas pelo actual Governo e pela troika estrangeira. Só a luta contra o pacto de agressão assinado pelo PSD/PS/CDS tornará possível reverter o rumo de declínio económico e social que o nosso país enfrenta.

Festa do Marceneiro: comunistas do sector do mobiliário apelam à união e ao voto na CDU!

Maio 29th, 2011

O Parque do Rio Ferreira de Rebordosa foi palco de uma iniciativa inédita na região: a primeira edição da Festa do Marceneiro, promovida pelo Sector Profissional do Mobiliário do PCP, que contou com cerca de duas centenas de pessoas, entre as quais, Jorge Machado e Lurdes Monteiro, candidatos da CDU às próximas eleições legislativas. Nem a chuva nem a discriminação das autoridades locais foram suficientes para demoverem a organização de levar a cabo a iniciativa, numa região onde ainda há muitos patrões que se julgam “donos dos trabalhadores”. Paulo Macieira recordou o papel do PCP na denúncia de várias empresas que cometiam ilegalidades. Sublinhando as vitórias já conquistas, o dirigente comunista, lembrou que o sector ainda conta com muitas situações que urge combater ao nível da segurança e higiene e, em especial, ao nível dos direitos laborais. Apelou à união dos trabalhadores e à sua sindicalização e disse que “os trabalhadores do mobiliário e de todos os sectores profissionais podem contar com o PCP, o único partido que tem a coragem de estar ao lado dos mais fracos”. O jovem deputado à Assembleia da República, Jorge Machado, lembrou que, por várias ocasiões, o Grupo Parlamentar do PCP elaborou requerimentos e questionou o Governo sobre o desrespeito pelos direitos dos trabalhadores do sector do mobiliário por parte de alguns patrões. Afiançou que o PCP e a CDU são a únicas forças políticas que defendem os direitos dos trabalhadores, dos pequenos e médios empresários, como atestam o mandato aberto promovido pelo PCP sobre o sector do mobiliário realizado no passado mês de Fevereiro, onde os deputados comunistas reuniram com o Sindicato do sector, com a AEPF – Associação Empresarial de Paços de Ferreira e visitaram várias empresas, e as diversas acções de contacto com os trabalhadores junto das fábricas. Para o candidato da CDU, os partidos que assinaram o memorando com o FMI, tudo fazem para manipular a opinião pública. “PS, PSD e CDS tentam fazer esquecer que foram eles que, ao longo de mais de 30 anos, governaram o país e que agora, mais uma vez, serão os trabalhadores a pagar a crise, enquanto os grandes grupos económicos e a banca engordam os seus lucros”. Por isso, afirma que “o actual cenário exige uma mudança profunda” que passa pelo reforço da CDU, no próximo dia 5 de Junho.