Posts Tagged ‘mobiliário’

Salários e subsídio de férias em atraso na empresa Ambitat – Móveis, Lda (Paços de Ferreira)

Dezembro 11th, 2011

Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República colocou pergunta ao Ministério do Emprego e Economia sobre Salários e subsídio de férias em atraso na empresa Ambitat – Móveis, Lda (Paços de Ferreira)

 Pergunta feita pelo Deputado do PCP na Assembleia da República - Ver documento  Pergunta_ambitat..

Festa do Marceneiro: comunistas do sector do mobiliário apelam à união e ao voto na CDU!

Maio 29th, 2011

O Parque do Rio Ferreira de Rebordosa foi palco de uma iniciativa inédita na região: a primeira edição da Festa do Marceneiro, promovida pelo Sector Profissional do Mobiliário do PCP, que contou com cerca de duas centenas de pessoas, entre as quais, Jorge Machado e Lurdes Monteiro, candidatos da CDU às próximas eleições legislativas. Nem a chuva nem a discriminação das autoridades locais foram suficientes para demoverem a organização de levar a cabo a iniciativa, numa região onde ainda há muitos patrões que se julgam “donos dos trabalhadores”. Paulo Macieira recordou o papel do PCP na denúncia de várias empresas que cometiam ilegalidades. Sublinhando as vitórias já conquistas, o dirigente comunista, lembrou que o sector ainda conta com muitas situações que urge combater ao nível da segurança e higiene e, em especial, ao nível dos direitos laborais. Apelou à união dos trabalhadores e à sua sindicalização e disse que “os trabalhadores do mobiliário e de todos os sectores profissionais podem contar com o PCP, o único partido que tem a coragem de estar ao lado dos mais fracos”. O jovem deputado à Assembleia da República, Jorge Machado, lembrou que, por várias ocasiões, o Grupo Parlamentar do PCP elaborou requerimentos e questionou o Governo sobre o desrespeito pelos direitos dos trabalhadores do sector do mobiliário por parte de alguns patrões. Afiançou que o PCP e a CDU são a únicas forças políticas que defendem os direitos dos trabalhadores, dos pequenos e médios empresários, como atestam o mandato aberto promovido pelo PCP sobre o sector do mobiliário realizado no passado mês de Fevereiro, onde os deputados comunistas reuniram com o Sindicato do sector, com a AEPF – Associação Empresarial de Paços de Ferreira e visitaram várias empresas, e as diversas acções de contacto com os trabalhadores junto das fábricas. Para o candidato da CDU, os partidos que assinaram o memorando com o FMI, tudo fazem para manipular a opinião pública. “PS, PSD e CDS tentam fazer esquecer que foram eles que, ao longo de mais de 30 anos, governaram o país e que agora, mais uma vez, serão os trabalhadores a pagar a crise, enquanto os grandes grupos económicos e a banca engordam os seus lucros”. Por isso, afirma que “o actual cenário exige uma mudança profunda” que passa pelo reforço da CDU, no próximo dia 5 de Junho.

Mandato Aberto do PCP dedicado ao Sector do Mobiliário

Fevereiro 28th, 2011

No âmbito da acção nacional do PCP “Portugal a Produzir”, os deputados do PCP eleitos pelo distrito do Porto, Honório Novo e Jorge Machado, realizaram no dia 28 de Fevereiro um conjunto de reuniões e visitas a empresas e entidades relacionadas com o sector do mobiliário.

O programa deste Mandato Aberto consistiu em reuniões com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção e Madeiras de Portugal, com a Associação Empresarial de Paços de Ferreira e em várias visitas a empresas do mobiliário, quer do ramo comercial quer industrial.
As informações recolhidas confirmam que a retracção do mercado interno, consequência da diminuição do poder de compra dos portugueses, tem causado sérias dificuldades às empresas, sobretudo às mais dependentes do mercado nacional, e com especial impacto na vertente comercial.

Outras das queixas apresentadas pelos empresários do sector, têm a ver com a crescente dificuldade em obter financiamento na banca, o fim das SCUT’s e a carga fiscal excessiva, nomeadamente o pagamento especial por conta e o pagamento do IVA no momento da facturação, impostos que se afiguram como particularmente prejudiciais para empresas com reduzida liquidez.

Apesar do sector do Mobiliário assumir uma posição cada vez mais importante nas exportações nacionais – 60% da produção é exportada, facto que contribui para aumentar a sua capacidade de resistência à crise – neste momento estão muitas empresas a encerrar, em particular no sector comercial mas também nas empresas de produção de menor dimensão.

Em consequência, o número de trabalhadores do mobiliário desempregados tem vindo a aumentar.

Várias das medidas apresentadas pelo PCP na Assembleia da República que visando apoiar as micro, pequenas e médias empresas, nomeadamente a extinção do Pagamento Especial por Conta, o pagamento do IVA com base nos recibos e não nas facturas, a diminuição da taxa de IRC para as pequenas empresas e aumento para os grandes grupos económicos, colheram apoio junto dos empresários com que a delegação do PCP se encontrou.

O PCP irá ainda apresentar uma pergunta ao Governo relativamente ao papel que a AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal pode desempenhar no lançamento e promoção da indústria do Mobiliário nacional no estrangeiro.

28.02.2011
Direcção Sub-Regional do Vale do Sousa e Baixo Tâmega

PCP: Exploração dos trabalhadores reconhecida pela ACT

Janeiro 22nd, 2011

 PCP DENUNCIA E EXIGE  MEDIDAS URGENTES PARA ROMPER COM ESTE RUMO

 A grave crise económica e social em que o país está mergulhado regista no distrito do Porto maiores consequências pelo facto de ao longo dos últimos trinta anos os sucessivos governos terem promovido a destruição da indústria transformadora e o agravamento da exploração a par de uma política assente nos baixos salários e no atropelo pelos mais elementares direitos de quem trabalha.

Os dados do desemprego revelados pelo IEFP relativos a Dezembro de 2010 – segundo os quais o distrito tem uma taxa de desemprego superior a 13% e todos os concelhos apresentam taxas de desemprego superiores à média nacional – são um exemplo ao qual se somam dezenas de milhares de desempregados que ficaram sem subsídio de desemprego, milhares de famílias que perderam prestações sociais como o abono de família ou as bolsas de estudo.

O clima de fatalidade e de inevitabilidade relativamente às medidas que o PS e o PSD têm vindo a impor com o apoio do actual Presidente da República, procuram fomentar a resignação e a submissão dos trabalhadores e dar cobertura ao proliferar de ilegalidades e atropelos aos direitos dos trabalhadores.

No decorrer do ano de 2010, tanto os sindicatos como a DORP do PCP denunciaram várias empresas que não pagavam os salários devidos, obrigavam trabalhadores a cumprir horas de trabalho não remuneradas ou não permitiam que trabalhadores gozassem as férias devidas.

Já este ano, a Autoridade para as Condições de Trabalho reconhece estarem a cometer ilegalidades em mais duas empresas que haviam sido denunciadas pelo PCP:

- J. Moreira da Silva e Filhos S.A. – empresa de mobiliário de Rebordosa – que tinha trabalhadores a exercer trabalho extraordinário sem que fizessem o devido registo;

- Domprato Importação, Exportação e Representações, Lda – empresa do sector têxtil e vestuário de Gandra – que impunha um horário de trabalho além do legal, pagou o subsídio de Natal além do prazo previsto e tem condições de trabalho desadequadas.

 Estes são apenas mais dois exemplos, mas a realidade dos locais de trabalho é muito mais preocupante, comprovando a justeza da proposta do PCP sobre a necessidade de reforço de meios da Autoridade para as Condições de Trabalho.

A grave situação sócio-económica do país e do distrito exige medidas urgentes, capazes de romper com o rumo de definhamento que os últimos governos têm imposto.

A DORP do PCP reafirma a necessidade de uma política alternativa, destacando sete prioridades imediatas:

  1. 1.     A defesa do aparelho produtivo, alargando o investimento público, apoiando as micro, pequenas e médias empresas, privilegiando o mercado interno.
  2. 2.     A adopção de políticas que promovam a industrialização do distrito e o aproveitamento integral dos seus recursos;
  3. 3.     A criação de um programa de intervenção nas sub-regiões interiores do distrito do Porto (zona do vale do Ave, do vale do Sousa e do baixo Tâmega), de apoio social, requalificação profissional e diversificação da indústria;
  4. 4.     Aumento geral dos salários e pensões – concretizando o Salário Mínimo Nacional nos 500€ – visando uma mais justa repartição da riqueza e a dinamização do mercado interno;
  5. 5.     Criação de emprego, combate ao desemprego e apoio aos desempregados, tendo como objectivo uma política de pleno emprego, combatendo os despedimentos com legislação dissuasora, combatendo a precariedade;
  6. 6.     Reforço dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, pondo fim à política de destruição e encerramentos em curso. Valorizando o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública, o seu carácter público, gratuito e universal;
  7. 7.     Revogação das portagens implementadas nas A28, A29, A41 e A42 e cancelamento do objectivo de privatização da ANA e das linhas suburbanas da CP.

 Porto, 21 de Janeiro de 2011

A DORP do PCP

Comunistas Lordelenses realizam II convívio/magusto

Novembro 9th, 2010

A Organização da Freguesia de Lordelo do Partido Comunista Português realizou a segunda edição do Magusto/convívio da CDU/Lordelo.
A iniciativa teve lugar no Parque do Rio Ferreira, em Lordelo (Paredes) durante a tarde de hoje com a participação de cerca de uma centena de pessoas, entre as quais, Cristiano Ribeiro, o responsável concelhio do PCP e deputado na Assembleia Municipal de Paredes. A iniciativa contou com a participação animada do Grupo de Bombos “Os Pestinhas”. Os discursos políticos ficaram a cargo de Miguel Correia, o responsável pelo PCP/Lordelo e deputado da CDU na Assembleia de Freguesia, e de Paulo Macieira, da Comissão Concelhia de Paredes do PCP.
Miguel Correia aproveitou a ocasião para fazer um balanço da actividade partidária e autárquica dos comunistas lordelenses, lembrando que o PCP de Lordelo foi protagonista de várias lutas: o apoio ao Movimento de Utentes contra as portagens nas SCUT ou a reivindicação da criação da Unidade de Saúde Familiar de Lordelo. Lembrou que a CDU, desde a eleição do seu deputado para a Assembleia de Freguesia de Lordelo, deu um novo impulso na qualificação deste órgão, uma nova forma de intervenção pautada pela firmeza das críticas e pela qualidade das propostas.

 

 

 

Lembrando a recente passagem de Francisco Lopes pelo concelho, reiterou o apoio do PCP/Lordelo à sua candidatura à Presidência da República, a única capaz de dar voz aos trabalhadores portugueses. Apelou ainda à mobilização dos militantes e amigos do Partido para todas as iniciativas que tenham como objectivo fazer frente à política de direita do actual Governo e que promovam a luta em prol dos trabalhadores e do povo português. Assim, aproveitou para apelar a todos os trabalhadores para aderirem à Greve Geral agendada para 24 de Novembro.
Na esteira deste apelo, Paulo Macieira recordou a actividade do Partido em prol dos trabalhadores do sector do Mobiliário que levou à criação de um organismo partidário para este sector. Por isso, exortou todos os trabalhores comunistas deste sector para que integrem este organismo e dêem o seu contributo para que os atropelos perpetrados por algumas empresas, algumas delas já denunciadas pelo Partido, sejam combatidos.

 

AOS TRABALHADORES DA Z.S. Mobiliário (Rebordosa)

Junho 28th, 2010

Deputado Comunista Honório Novo esteve em Rebordosa em apoio aos trabalhadores da Z.S Mobiliário.

Os 12 trabalhadores da Z.S. Mobiliário, foram surpreendidos no dia 26 de Junho, pelo patrão desta empresa a tentar retirar as maquinas da fabrica, os trabalhadores por terem dois meses de salário em atraso, estão de vigília junto à empresa, com coragem enfrentaram o patrão e impediram-no de levar por diante os seus intentos.

 

Parece-nos que a conduta da gerência desta empresa, evidencia uma clara atitude de má-fé para com as trabalhadoras e a tentativa de fugir às suas responsabilidades legais, nomeadamente ao pagamento dos salários que estão em falta.

 A Comissão Concelhia de paredes do Partido Comunista Português manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e suas famílias e disponibilidade para intervir na defesa dos seus interesses.

 Neste sentido o PCP irá solicitar ás autoridades competentes, uma intervenção urgente, no sentido de repor a legalidade e de minorar o impacto das consequências desta criminosa e desumana atitude. Para além disso o Grupo Parlamentar do PCP vai apresentar na Assembleia da República um requerimento que visa salvaguardar os direitos dos trabalhadores.

 Consideramos que os trabalhadores devem manter-se unidos, exigindo da empresa soluções para a resolução dos problemas existentes.

 Este processo foi conduzido pela empresa de uma maneira vergonhosa, sem qualquer respeito pelos trabalhadores! Este tipo de atitude dos empresários não pode ficar impune.

 O PCP alerta que um dos principais responsáveis por esta situação, é o ataque aos direitos dos trabalhadores e à produção nacional, que durante anos as políticas de direita dos sucessivos governos PS e PSD, têm levado a cabo e se tem vindo a agravar com o actual Governo PS/Sócrates.

 O resultado está à vista: Em Paredes, no passado mês de Maio, o número de desempregados era de 5,617, inscritos no Centro de Emprego.

Honório Novo visita empresa de mobiliário em Rebordosa encerrada ilegalmente

Junho 28th, 2010

Os 12 trabalhadores da Z.S. Mobiliário têm dois meses de salário em atraso e foram obrigados a gozar férias na passada sexta-feira, apenas para que a entidade patronal tentasse remover as máquinas das suas instalações.

Esta tentativa foi frustrada pelos trabalhadores que impediram a remoção das máquinas e estão, desde então, em vigília à porta da empresa.

 A Comissão Concelhia de Paredes do Partido Comunista Português manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e suas famílias e disponibilidade para intervir na defesa dos seus interesses.

 Neste sentido o deputado do PCP Honório Novo irá visitar as instalações da Z.S. Mobiliário sitas na Rua do Sedouro, em Rebordosa, hoje, às 17:30 horas, e de seguida iremos solicitar a intervenção urgente das entidades competentes no sentido de repor a legalidade e salvaguardar os direitos dos trabalhadores.

Indústria do Mobiliário em Crise

Junho 9th, 2009

Desemprego Galopante Governo PS em demagogia crescente

A indústria do mobiliário, com grande influência no tecido empresarial do distrito, particularmente em alguns dos seus Concelhos, vive uma crise que se acentua há medida que o tempo passa.
Trata-se de uma crise de há muitos anos, que a crise internacional não provocou, mas agravou.

As políticas económicas adoptadas, assim como a estrutura do seu tecido empresarial, levaram, a que só nos anos de 2004 a 2006, o número de empresas das “indústrias da madeira, da cortiça e suas obras”, designação do INE, tivessem tido nos concelhos de Paços de Ferreira e Paredes, onde é maior a incidência das primeiras, uma redução de 21% quando a nível do país a redução foi de 13%. E ninguém admitirá que esse declínio não tenha continuado, mesmo agravado, nos anos seguintes.
Esta evolução não pode deixar de ter consequências sociais muito graves, particularmente no que respeita ao desemprego.

Com efeito, considerando os últimos dados do IEFP, constata-se, assim, que nos concelhos de Paços de Ferreira e Paredes o desemprego tenha atingido, no mês de Abril, os valores de 11% e 12%, respectivamente, superior à média nacional. E a preocupação aumenta quando, comparando com os valores do mês de Abril do ano passado, verificamos que os aumentos foram de 56%, quanto a Paredes, em que no País foi de 27%.

Trata-se de uma evolução negativa que deveria merecer respostas imediatas que deveria merecer respostas imediatas do governo em termos sociais. Mas o governo, cego pela sua auto-suficiência e pela visão cor-de-rosa do País, não toma as medidas que há muito se mostram necessárias.

A realidade que se vive, com crescente maior dramatismo, não está dissociado da discriminação negativa que o distrito do Porto, e em escala mais acentuada, o seu interior, de que fazem parte os concelhos onde a indústria do mobiliário é predominante, está  a sofrer em termos de investimento público.

Perante tudo isto, o Governo responde com anúncios de medidas, sempre rodeados de pompa e circunstâncias, suas em que o objectivo é a propaganda, sem qualquer intenção de concretizar o que é prometido.

Mas quantas vezes os portugueses já foram confrontados com decisões do governo contrários às promessas da campanha eleitoral.

Por isso, não é de estranhar os protestos dos empresários das indústrias da madeira e do mobiliário que se sentem enganados pelas promessas do ministro da economia e da inovação que em 6 do mês passado anunciou um Plano de Apoio ao Sector das Indústrias da Madeira e do Mobiliário e que, ao fim deste tempo, ainda não foi posto em prática não obstante haver o interesse de muitas empresas.

Trata-se de governo no melhor do seu funcionamento. Acima de tudo prometer, fazer a maior propaganda possível, pondo a sua máquina em andamento, porque prestar contas sobre o que se faz é música que não entra nos seus ouvidos.

A DORP do PCP, considerando a grave situação económica e social que o distrito vive, com maior incidência nos concelhos do interior, reclama o fim da discriminação negativa, em termos de investimento público, que há muitos anos se vem verificando.

Reclamando, ainda, que, face ao acentuar dos problemas sociais, seja adoptado um Plano de Emergência que lhes dê a resposta possível e necessária.

Reclama, também, que as promessas assumidas pelo Governo se transformem em compromissos e sejam concretizados no imediato, independentemente de qualquer calendário já que estes apenas devem ser estabelecidos pelas necessidades que a vida mostra existirem.

Queremos um governo que considere prioritário a dinamização do tecido produtivo, o combate ao desemprego, o País na rota do desenvolvimento da justiça social, e não um governo cada vez mais causa da crise económica e social que vivemos que considera a propaganda como um instrumento da sua razão de viver.

Porque, sim é possível uma vida melhor.

Porto, 9 de Junho de 2009.
o GI/DORP/PCP