Posts Tagged ‘PEC’

Desfile contra o “PEC” em Lordelo

Junho 17th, 2010

Numa iniciativa inédita, dezenas de militantes comunistas do concelho de Paredes desfilaram, sábado, 5, em Lordelo, exigindo respeito pelos direitos de quem trabalha. A marcha foi a primeira de várias acções semelhantes que decorrem no âmbito da campanha nacional do Partido «500 acções contra o PEC».
Entretanto, a organização do Sector Profissional Mobiliário do PCP elaborou um documento próprio que está a ser distribuído junto às empresas e locais de trabalho, nomeadamente em Paredes e Paços de Ferreira.
O objectivo é alertar para as dificuldades pelas quais estão a passar os trabalhadores daqueles concelhos – cerca de 10 mil desempregados, aumento da exploração e da precariedade laboral –, apresentar as propostas do PCP para uma ruptura patriótica e de esquerda e dinamizar a luta contra o agravamento das condições de vida dos trabalhadores e o povo.

JORNAL do AVANTE

Contacto e Distribuição de documento contra o PEC na Cidade de Lordelo

Junho 3rd, 2010

A  Comissão concelhia do PCP de Paredes e a comissão Freguesia de Lordelo do PCP, vai realizar no Sabado, dia 5 de Junho em lordelo, uma iniciativa de rua, na qual se vai distribuir um documento contra as politicas de direita do actual Governo.

Integrado na campanha “500 acções contra o PEC”, O PCP, vai levar a cabo, no próximo sábado, uma distribuição de documentos e contactos com a população lordelense que visam esclarecer os malefícios que estão inscritos no Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) aprovado pelo Governo e pela Direita.

Por um sector público forte e dinâmico, contra as privatizações

Maio 9th, 2010

O PCP realizou na Assembleia da República uma interpelação ao Governo com o objectivo de confrontar o Partido Socialista com as mais que previsíveis consequências do plano de privatizações anunciado no PEC. Programa que, ao atingir sectores estratégicos e monopólios naturais, visa eliminar a presença e a capacidade de intervenção do Estado em empresas estratégicas e estruturantes da economia e do território.

Os mais de 20 anos de privatizações permitem de facto prever as consequências que o povo e o País vão ter de enfrentar: acentuação da estrutura monopolista e oligopolista e as consequentes relações de desfavoráveis para as PME’s e para o próprio Estado com os grupos económicos; perda de receitas dos dividendos e receita fiscal para além do agravamento da balança de pagamentos e agravamento da dependência estrutural da economia portuguesa perante o capital transnacional, dependência que põe de facto em causa a própria soberania nacional.

Para o PCP esta politica de privatizações não só não é desastrosa para a economia e soberania nacional como é contrária à Constituição da República, que determina como «incumbências prioritárias do Estado para sua concretização, a subordinação do poder económico ao poder político democrático e a coexistência dos sectores público, privado, cooperativo e social no âmbito de uma economia mista”.

Para o PCP o que se afirma como urgente e necessário é uma política alternativa capaz de criar uma ruptura com o domínio do capital monopolista, que permita a afirmação da propriedade social e do papel do Estado em sectores estratégicos, nomeadamente com a suspensão do processo de privatizações em curso. Que afirme um sector público forte e dinâmico, ao serviço da democracia e do desenvolvimento independente do País.

Grupo Parlamentar do PCP

ver :

Ass. Municipal/ Moção contra as privatizações das linhas suburbanas Porto

Abril 25th, 2010

MOÇÃO

Considerando que:

1. Recentemente, o Governo apresentou as instituições da União Europeia o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC). No PEC, entre outra medidas atentatórias do interesse publico, estão previstas um conjunto significativo de privatizações;

2. Uma das privatizações previstas refere-se a linhas suburbanas da Empresa Comboios de Portugal (CP);

3. As linhas suburbanas do Porto da CP (Aveiro, Braga, Caíde / Marco de Canaveses, Guimarães e Leixões) são um elemento fundamental para a mobilidade de passageiros e cargas no Distrito do Porto;

4. As linhas suburbanas do Porto correspondem a uma das partes mais rentáveis da empresa CP, ou seja, aliam o cumprimento de uma importante função social a bons resultados financeiros;

5. O papel social da CP e das linhas suburbanas do Porto não é compatível com uma gestão economicista estritamente dirigida para a obtenção de lucros;

6. Todas as medidas previstas no PEC, incluindo as privatizações, serão ainda objecto de discussão e decisão caso a caso do Governo e da Assembleia da  Republica.

A Assembleia Municipal de Paredes do Porto, reunida em 24 de Abril de 2010, delibera:

  • Reclamar do Governo que mantenha as linhas suburbanas do Porto integradas na empresa CP e em propriedade pública;
  • · Manifestar aos Grupos Parlamentares na Assembleia da Republica a sua discordância com qualquer perspectiva de privatização das linhas suburbanas do Porto da CP;
  • · Recomendar à Câmara Municipal de Paredes que, no exercício das suas competências, defenda junto do Governo e da opinião pública a salvaguarda das linhas suburbanas do Porto da CP de um eventual processo de privatização;
  • · Enviar cópia desta Moção ao Senhor Primeiro-Ministro, aos Grupos Parlamentares na Assembleia da Republica e aos Senhores Presidentes de Câmara e Assembleias Municipais dos Concelhos integrantes na Comunidade Urbana.

Porto, 22 de Abril de 2010

Os eleitos da CDU – Coligação Democrática Unitária na Assembleia Municipal de Paredes

Não ao PEC – outro rumo para Portugal

Março 15th, 2010

O PCP, face ao anúncio pelo Governo PS, com o apoio do PSD e do CDS, de um conjunto de medidas contra os trabalhadores, o Povo e o País, inseridas no chamado Programa de Estabilidade e Crescimento, vai realizar amanhã, terça-feira, uma acção de esclarecimento e mobilização dos trabalhadores e das populações contra o PEC, que decorrerá por todo o País.

Ler mais :  Não ao PEC!

Comício de aniversário na Maia

Março 13th, 2010

No Comício na Maia, promovido pela Organização Regional do Porto para assinalar os 89 anos do PCP, Jerónimo de Sousa afirmou que PS, PSD e CDS-PP têm responsabilidades no agravamento de todos os problemas do país, no elevadíssimo desemprego, na generalizada precariedade das relações de trabalho e na sistemática violação dos direitos sociais dos portugueses, sublinhando que este tempo difícil que vivemos exige a mobilização todos os que sofrem as consequências de uma política de injustiça, de desastre nacional e a intervenção, capacidade de mobilização e acção do PCP.

Ouvir mais na rádio do PCP : http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=35394