Posts Tagged ‘trabalhadoras’

O Grupo Parlamentar do PCP colocou ao Ministério da Economia e do Emprego perguntas relativas ao conhecimento dos salários e subsidios em atraso na empresa Rumoflex

Abril 28th, 2012

A empresa RUMOFLEX – Engenharia em Ambiente, SA tem subsídios de férias e de Natal DE 2011 e metade do vencimento do mês de fevereiro e a totalidade do mês de março em falta. Esta empresa é responsável pela limpeza urbana dos concelhos de Melgaço, Monção, Guarda e Paredes. Na sua administração esteve até finais de março o ex-vereador do PSD e actual líder na Assembleia Municipal de Paredes José Manuel Outeiro.
O Grupo Parlamentar do PCP colocou ao Ministério da Economia e do Emprego perguntas relativas ao conhecimento dos salários e subsidios em atraso na empresa, ás acções de inspeção e de contraordenação e propõe a cativação de verbas que a empresa está a receber dos contratos públicos que mantém com vários municipios.

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Centenário da proclamação do Dia Internacional da Mulher

Março 5th, 2010

Comemora-se, no próximo dia 8 de Março, o centenário da proclamação do Dia Internacional da Mulher, um símbolo da luta revolucionária, numa jornada mundial de acção das mulheres pelos seus direitos próprios e contra todas as formas de discriminação. A valorização da matriz revolucionária desta data visa destacar que, ontem como hoje, é preciso dar força à luta das mulheres, contrariando a proliferação de conteúdos que visam ocultar a estreita ligação entre as importantes conquistas alcançadas no século XX e a luta das trabalhadoras, do movimento das mulheres e do papel do movimento operário e do movimento comunista. À ideologia burguesa e suas manifestações «libertadoras» da mulher submissa, vítima da dominação masculina, pela primazia masculina, contrapõe-se a ideologia e prática revolucionárias pela emancipação das mulheres, que se fundamenta na luta de classes, nos princípios revolucionários pela transformação social e na eliminação de todas as formas de exploração. Ontem como hoje é preciso dar combate a caminhos que visam levar a luta das mulheres para becos sem saída, afirmando a justeza e a actualidade da luta do PCP e das mulheres pela transformação social e pelo socialismo.

Desde a sua fundação, em 1921, o PCP não se limitou a constatar a existência de discriminações e desigualdades, apontou caminhos para as liquidar e, sobretudo, empenhou-se em organizar a luta pela conquista dos direitos específicos das mulheres, em organizar a sua intervenção contra o fascismo, pelas liberdades e por melhores condições de vida.
«Sendo o PCP de opinião que é preciso conquistar a mulher para a causa da emancipação humana, empregará todos os esforços para criar uma organização comunista feminina, defendendo desde já o princípio da igualdade de salários para os dois sexos, na mesma espécie de trabalho, o direito de participação das mulheres no combate pelas reivindicações políticas e económicas dos trabalhadores e a unificação dessas reivindicações para os dois sexos», lê-se nas conclusões do I Congresso do PCP, que se realizou em 1923.
Hoje, a luta das mulheres é inseparável do combate às políticas de direita, à defesa das conquistas de Abril, ao aprofundamento do regime democrático como parte integrante da luta pelo socialismo.
O «Programa de Ruptura, Patriótico e de Esquerda – Um Compromisso com os Trabalhadores, o Povo e o País», apresentado pelo PCP às eleições legislativas de 2009, tem políticas capazes de responder aos problemas que décadas de política de direita acumularam no País e de abrir caminho a um outro rumo e a outra política, alternativa e de esquerda.
Os comunistas dão prioridade à «valorização profissional das mulheres», à «garantia de igualdade salarial», à «efectivação dos direitos sexuais e reprodutivos», à «elevação dos níveis de protecção social das trabalhadoras e reformadas e de apoio à família», à «maternidade e paternidade e por uma política de igualdade que dê combate a todo o tipo de discriminações, designadamente em função da orientação sexual, da deficiência, ou do sexo, e assegure a participação das mulheres na vida política, social e cultural, e combate à violência doméstica, à prostituição e ao tráfico de seres humanos».

PCP:Sobre a situação na empresa Ladário (Paredes) – Confecções, Lda

Abril 13th, 2009

A Comissão Concelhia de Paredes do PCP, solidarizou-se com a centena de trabalhadoras que estão envolvidas no encerramento fraudulento da Ladário Confecções, tendo distribuído às trabalhadoras o comunicado cujo conteúdo a seguir se reproduz:

ÀS TRABALHADORAS DA LADÁRIO

“As trabalhadoras da Ladário – Confecções  estão com três meses de salários em atraso e envolvidas num encerramento fraudulento da empresa pelo seu patrão, Fernando Queirós.
A conduta da gerência desta empresa, que levantou indevidamente do banco o dinheiro que estava destinado a pagar salários, evidencia uma clara atitude de má-fé para com as trabalhadoras e tentativa de fugir às suas responsabilidades legais, nomeadamente ao pagamento dos salários e subsídios em atraso e das indemnizações por despedimento.
A Comissão Concelhia de Paredes do Partido Comunista Português manifesta a sua solidariedade com as trabalhadoras e suas famílias e disponibilidade para intervir na defesa dos seus interesses.
Neste sentido levaremos esta situação à Assembleia da República para que haja uma intervenção urgente do Ministério do Trabalho e da Autoridade para as Condições de Trabalho, no sentido de repor a legalidade e de minorar o impacto que as consequências deste encerramento terão nas trabalhadoras.
Consideramos que as trabalhadoras devem manter-se unidas, exigindo da empresa e de todos os intervenientes nesta situação (especialmente à Segurança Social e Autoridade para as Condições de Trabalho) soluções para este problema e evitando que sejam retiradas das instalações da empresa as máquinas e bens passíveis de penhora.
Este processo foi conduzido pela empresa de uma maneira vergonhosa, sem qualquer respeito pelas trabalhadoras! Os responsáveis não podem ficar impunes.
O PCP chama a atenção para aquilo que entendemos ser um número anormal de encerramentos de empresas e despedimentos na região, que apenas pode ser devido ao oportunismo de empresários sem escrúpulos que aproveitam este contexto de crise para tentar justificar o injustificável: a ânsia cega de lucro e desrespeito absoluto pelos direitos dos seus trabalhadores.
Um dos principais responsáveis por esta situação, é o ataque aos direitos dos trabalhadores e à produção nacional, que durante anos as políticas de direita dos sucessivos governos PS e PSD, com ou sem a ajuda do CDS, têm levado a cabo, sendo o actual Governo PS/Sócrates o que mais têm prejudicado os trabalhadores.
Finalmente, apelamos à solidariedade da população para com estas trabalhadoras.”
PCP

Despedimento colectivo atinge trabalhadores da Movelpartes, uma empresa do grupo Sonae

Janeiro 21st, 2009

São 42 os trabalhadores da Movelpartes – Componentes p/ Indústria de Mobiliário SA que foram notificados no dia 16 de Janeiro de um processo de despedimento colectivo, alegadamente devido à falta de trabalho na secção onde laboram, e que levará à deslocalização da produção para Alcanede.
Para já continua incerto o futuro dos restantes 20 trabalhadores desta empresa sita em Vilela, Paredes.

A Comissão Concelhia de Paredes do Partido Comunista Português não pode deixar de assinalar a falta de coerência entre aquilo que a Sonae anunciou há dias quando o seu Presidente disse que não iria haver despedimentos no grupo e aquilo que na realidade acontece.

Parece-nos que a conduta da administração desta empresa evidencia uma clara sobreposição de interesses económicos sobre os direitos dos trabalhadores que emprega e o desrespeito pela tão por si propagandeada “história de responsabilidade social em Portugal”.

A Comissão Concelhia de Paredes manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e suas famílias e disponibilidade para intervir na defesa dos seus interesses e na luta pela manutenção dos seus postos de trabalho.

Neste sentido já tomamos medidas para que o Grupo Parlamentar do PCP apresente na Assembleia da República um requerimento que vise salvaguardar os direitos dos trabalhadores.

O PCP alerta que um dos principais responsáveis por esta situação, é o ataque aos direitos dos trabalhadores e à produção nacional, que durante anos as políticas de direita dos sucessivos governos PS e PSD, têm levado a cabo, sendo o actual Governo PS/Sócrates o que mais tem prejudicado os trabalhadores.

A Comissão Concelhia de Paredes do
Partido Comunista Português

Pergunta escrita de Ilda Figueiredo no Parlamento Europeu sobre a empresa sousacamp

Setembro 22nd, 2008

Apoios comunitários ao grupo Sousacamp – Pergunta escrita de Ilda Figueiredo no PE
Segunda, 22 Setembro 2008
Numa visita recente à freguesia da Madalena, no município de Paredes, tive conhecimento que, na exploração de cogumelos que o grupo Sousacamp ali construiu, e onde emprega cerca de 100 trabalhadoras, não se cumprem os mais elementares direitos laborais.
As trabalhadoras referem que são pressionadas psicologicamente a trabalhar mais três ou quatro horas por dia, incluindo diversos fins de semana, sem receberem todas as devidas compensações salariais.
Esta exploração desenfreada de mulheres, na maioria em situação precária, é acompanhada da utilização de câmaras de filmagem, e de múltiplos acidentes de trabalho, devido ao cansaço das trabalhadoras.
Assim, solicito à Comissão Europeia que me informe do seguinte:
- Foram atribuídos apoios comunitários ao grupo Sousacamp, quer para a construção da referida unidade de produção em Paredes, quer no distrito de Bragança, na zona de Mirandela, quer em Vila Real ou noutra localidade em Portugal?
Estão previstos outros apoios?
Quais os montantes envolvidos?
- Quais as condições da atribuição desses apoios comunitários?
Está garantido o emprego com direitos?


Pelo direitos dos trabalhadores da Jodicar e Nomóvel

Fevereiro 1st, 2005

São 42 os trabalhadores da Movelpartes – Componentes p/ Indústria de Mobiliário SA que foram notificados no dia 16 de Janeiro de um processo de despedimento colectivo, alegadamente devido à falta de trabalho na secção onde laboram, e que levará à deslocalização da produção para Alcanede.
Para já continua incerto o futuro dos restantes 20 trabalhadores desta empresa sita em Vilela, Paredes.
A Comissão Concelhia de Paredes do Partido Comunista Português não pode deixar de assinalar a falta de coerência entre aquilo que a Sonae anunciou há dias quando o seu Presidente disse que não iria haver despedimentos no grupo e aquilo que na realidade acontece.

Parece-nos que a conduta da administração desta empresa evidencia uma clara sobreposição de interesses económicos sobre os direitos dos trabalhadores que emprega e o desrespeito pela tão por si propagandeada “história de responsabilidade social em Portugal”.

A Comissão Concelhia de Paredes manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores e suas famílias e disponibilidade para intervir na defesa dos seus interesses e na luta pela manutenção dos seus postos de trabalho.

Neste sentido já tomamos medidas para que o Grupo Parlamentar do PCP apresente na Assembleia da República um requerimento que vise salvaguardar os direitos dos trabalhadores.

O PCP alerta que um dos principais responsáveis por esta situação, é o ataque aos direitos dos trabalhadores e à produção nacional, que durante anos as políticas de direita dos sucessivos governos PS e PSD, têm levado a cabo, sendo o actual Governo PS/Sócrates o que mais tem prejudicado os trabalhadores.

A  Comissão Concelhia de Paredes do
Partido Comunista Português